Vaalbara: do princípio chega o fim
Da união de Gaia com Oceano, sob a sombra do conhecimento de Urano, nasce uma rara criatura descrita como sendo uma bruta montanha com dimensões exuberantes.Dimensões essas que prometiam alcançar os céus. Vaalbara seria o seu nome.
Desprovida de aparente beleza e sem existir qualquer motivo e/ou vontade de continuar com a presença daquela grandiosa porção de solo, Gaia, igualmente temendo que Urano se inteirasse do sucedido, decide dividir aquilo que por ela fora concebido em 5 diferentes partes.Depois de dispersas,estas mesmas partes ganham uma nova e falsa identidade,vivendo sem suspeitar da existência do "todo" que por elas seria formado.
Intermináveis dias e noites dançaram em passo de normalidade e nada no Cosmos apresentava qualquer conflito. Então, numa manhã agora esquecida, um certo Mar revoltado com a tremenda soberania de Oceno, decide relatar a Urano a infidelidade de Gaia e o resultado daí provido. O Mar esse,castigado por Oceano, passou o resto da sua vivência exalando um tremendo fedor a sangue e nele vida alguma poderia existir. Mar Vermelho passou ele a ser chamado. Quanto aos deuses que profanaram o nome do soberano do Céu,a eles fora impregnado uma tremenda maldição: da noite em que o dia se faça e do dia em que a noite já não torne, centenas de milhares de braços fogosos saltarão do Sol e Vaalbara, ao ser de novo unida, dará origem a Amásia, uma maior e horrível criatura, que culminará com tudo aquilo que pelos progenitores fora gerado, incluindo a própria vida!
Juan Gonçalves- C.C.O.
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